Aquele recanto que encobre meus anseios
Julgados tolos por meu velhos desvaneios
Na imensa proporção caótica do abstrato perfeito
A descoberta do pensar que vem como efeito
Em meio a tantos que falam: eu me calo
Pois sábio é quem cala
Quem não sabe é o que mais fala
Ventos que norteiam os grãos de trigo que semeiam
O Homem e a natureza, a qual encobre a sua tristeza
O vento e o ar são quem movem e quem dão um rumo ao mar
E essa rua, nua e crua
Que me abstrai na proporção do infinito ao qual sinto e grito
Como se no meio de tantos que calam, apenas alguns têm motivos pelos quais não falam
E nessas hipóteses subjetivas e infames me atenho:
Substituo o insubstituível e crio o invencível
Rogando ao onipotente serei capaz aguentar até o calor mais latente.
ae dudu :D
ResponderExcluirauhaeuhae